Potencial de Atuação da Lemeterapia na Fibromialgia
Segundo a pesquisa feita para o Ministério da Saúde em 2001 pelo Instituto Nacional de Prevenção às LER e DORTs e do Datafolha, 300.000 trabalhadores que moram em São Paulo, capital, possuem LER ou DORT e outros 508.000 correm risco de desenvolver estes acometimentos. São aproximadamente 6% dos empregados com esses tipos de lesões e outros 10% que trabalham em funções que os expõe a alto risco.
Segundo pesquisa feita pela USP em 1995, 32,3% dos brasileiros convivem com algum tipo de dor crônica, o que atualmente se estimaria perto de 61 milhões de indivíduos, sendo que 73,1% destes casos são de origem miofascial (dores musculares e nas fáscias). Ou seja, são 44,6 milhões de pessoas com REAs – Reumatismos Extra articulares não infecciosos – portanto perfeitamente tratáveis pela Lemeterapia.
Outras estatísticas internacionais afirmam que cerca de 80% das pessoas adultas têm ou terão, ao menos uma vez na vida, lombo-ciatalgia (dores ciático-lombares). E em 40% dos casos ela se tornará crônica, sendo que 15% destes terão suas vidas muito modificadas devido aos severos sintomas. Os casos agudos e crônicos são tratáveis pela Lemeterapia.
Segundo algumas pesquisas dos países ocidentais, cerca de 15% das consultas reumatológicas são casos de Fibromialgia e 41,2% são de outros Reumatismos Extra articulares tais como: tendinites, bursites, mialgias regionais, localizadas, generalizadas, neuropatias mio-compressivas, entre outros.
Estima-se que no Brasil cerca de 4% da população tenha Fibromialgia, segundo pesquisa da Ufesp. 2004
A Organização Mundial da Saúde afirma que, entre as dores, as das costas são as mais frequentes nas queixas dos pacientes. Em segundo lugar vêm as dores nas articulações: joelhos, tornozelos, cotovelos e ombros. Em terceiro, aparecem as dores de cabeça. Em quarto lugar, as dores musculares. Sendo que as dores nas costas e as musculares são normalmente tratadas de forma muito eficaz pela Lemeterapia. Lembrar que as dores de cabeça tencionais e as dores nas articulações – quando têm a causa nas estruturas Peri articulares também são tratadas com certa facilidade pela técnica.
Potencial
Como é possível notar, há um número imenso de pessoas necessitando de tratamento. Tanto os casos agudos como os crônicos aqui citados têm a possibilidade de rapidamente se restabelecerem com o emprego da Lemeterapia – com altos índices de satisfação. Ao se ter o domínio de tal técnica terapêutica se conta com um instrumento que irá atender uma enorme lacuna nos meios terapêuticos, pois é de conhecimento de todos a dificuldade que os tratamentos convencionais têm para tratar principalmente os casos crônicos de REA acima de dois anos.
Portanto, aqueles que disponibilizarem à população esta técnica estarão na vanguarda e atenderão as reais necessidades dos portadores de REA, que são contados aos milhões no Brasil e no mundo.
Outro parâmetros que podemos nos basear para avaliar o potencial de atuação é o quanto o Leme Instituto Terapêutico e a Lemeterapia são recomendados pelos clientes já atendidos. Quando alguém com um caso crônico se submete à terapia, em média três novas indicações chegam em curto prazo e mais cinco a oito no longo prazo, demonstrando o alto índice de satisfação desses clientes.
Portanto, pode-se concluir que a Lemeterapia tem muito a expandir e que em breve tempo ela estará fazendo parte do cotidiano terapêutico de uma grande parte da população que dela necessitar.
Entramos em Contato
Se preferir ligue, nos passe seu telefone e operadora que retornaremos para você.



